Paulistanos desrespeitam a quarentena por toda a cidade

No último domingo (17), dia de sol forte na cidade, enquanto cerca de dez pessoas se aglomeravam para um churrasco em uma via estreita da Brasilândia, o bairro com mais mortes provo cadas pelo coronavírus (156 até a terça 19), outra turma aproveitava o calor do outono para beber uma cervejinha na Praça Vinícius de Moraes, em frente ao Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi. Em comum, a ausência de máscara e o desrespeito ao distanciamento mínimo de 2 metros. Dezenas de situações como essas foram flagradas pela Vejinha entre os dias 14 e 17 de maio na capital.A reportagem percorreu aproximadamente 700 quilômetros de ruas, avenidas e vielas, o equivalente à distância entre São Paulo e Florianópolis, para revelar por que o índice de isolamento social tem se mantido abaixo de 60% por aqui. A principal constatação: enquanto a ocupação dos leitos hospitalares passa de 90%, parte significativa da população dá as costas às recomendações das autoridades de saúde. Ao mesmo tempo, o governador João Doria e o prefeito Bruno Covas tentam retardar um lockdown — por ora, não querem assumir os desgastes políticos e econômicos da medida, e apenas um superferiadão foi aprovado.A reportagem percorreu aproximadamente 700 quilômetros de ruas, avenidas e vielas, o equivalente à distância entre São Paulo e Florianópolis, para revelar por que o índice de isolamento social tem se mantido abaixo de 60% por aqui. A principal constatação: enquanto a ocupação dos leitos hospitalares passa de 90%, parte significativa da população dá as costas às recomendações das autoridades de saúde. Ao mesmo tempo, o governador João Doria e o prefeito Bruno Covas tentam retardar um lockdown — por ora, não querem assumir os desgastes políticos e econômicos da medida, e apenas um superferiadão foi aprovado.
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